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Poço, mina, cisterna · residências, sítios e empresas

Água de poço tratada, automática e segura para o consumo

Projetamos e instalamos o sistema completo de tratamento de água a partir da análise de laboratório e da vazão do poço: filtro, abrandador e cloração, com retrolavagem automática, cisterna e pressurização.

  • Projeto a partir da análise de água
  • Filtro e abrandador com limpeza automática
  • Cloração antes de chegar à cisterna
  • Partida, programação e treinamento
Esquema de tratamento de água de poço com filtro, abrandador, clorador, cisterna e pressurização
Poço → filtro → abrandador → cloração → cisterna → pressurização → consumo.
+20anos (desde 2005)
+683clientes
+95cidades
+12estados

Por que tratar

Água transparente não quer dizer água potável

A água de poço pode parecer limpa e ainda assim estar fora dos padrões de potabilidade. Só a análise de laboratório mostra o que precisa ser tratado.

!

Bactérias

Coliformes totais e E. coli indicam contaminação e tornam a desinfecção obrigatória.

Mn

Ferro e manganês

Mancham louças e roupas, dão gosto metálico e acima do limite deixam a água fora do padrão.

Ca

Dureza

Calcário que incrusta chuveiros, aquecedores e tubulações e reduz a vida útil dos equipamentos.

≈

Turbidez e partículas

Areia e sedimentos que entopem filtros, registros e arejadores.

Como definimos a solução

O projeto começa pela análise da água e pela vazão do poço

Não existe kit único para tratamento de água. Cada etapa só entra no sistema quando a análise mostra que ela é necessária, e cada equipamento é dimensionado para a vazão real do poço e para o consumo do imóvel.

A referência de potabilidade é a Portaria GM/MS nº 888/2021, que define, por exemplo, o cloro residual livre mínimo de 0,2 mg/L na água distribuída e os limites de manganês, ferro, dureza e turbidez.

  • Coleta e análise em laboratório
  • Medição da vazão do poço
  • Levantamento do consumo e dos pontos de uso
  • Definição das etapas de tratamento
  • Dimensionamento de filtro, abrandador, clorador e cisterna
  • Projeto hidráulico, painel de válvulas e automação

Etapa por etapa

Como funciona cada etapa do tratamento

A sequência é pensada para que uma etapa proteja a outra: o filtro segura as partículas antes da resina, e o cloro entra só depois do abrandador.

01

Filtro de entrada

Como funciona

A água bruta atravessa um leito filtrante que retém turbidez, areia e partículas. Periodicamente, a válvula automática inverte o fluxo e lava o leito (retrolavagem), mandando a sujeira para o dreno.

Como é dimensionado

Pela vazão do poço e pela turbidez medida na análise, que definem o tamanho do tanque, a carga filtrante e o intervalo entre retrolavagens.

Requisitos

  • Pressão mínima de trabalho na entrada
  • Dreno com descarga livre (folga de ar)
  • Retrolavagem até a água sair límpida na partida

Por que respeitar

Sem filtro, as partículas chegam à resina do abrandador e ao clorador, reduzindo a eficiência e a vida útil de todo o sistema.

02

Abrandador

Como funciona

A resina troca o cálcio e o magnésio da água por sódio (troca iônica) e, em baixas concentrações, também retém manganês. Quando satura, regenera sozinha com salmoura de um tanque de sal.

Como é dimensionado

Pelo volume de resina, pela dureza da água e pelo consumo diário, que definem a capacidade entre regenerações e o volume programado na válvula.

Requisitos

  • Sal sem iodo no tanque de regeneração
  • Pressão mínima para aspirar a salmoura
  • Dreno sem elevação excessiva para não quebrar o vácuo

Por que respeitar

Sem abrandamento, a dureza incrusta chuveiros, aquecedores e tubulações; sem regeneração programada, a resina satura e o abrandador para de trabalhar.

03

Cloração

Como funciona

Um clorador de passagem dosa cloro continuamente, desinfetando a água antes de ela chegar à cisterna.

Como é dimensionado

Pela vazão de passagem e pelo cloro residual livre que precisa ser mantido na água armazenada e distribuída.

Requisitos

  • Cloro só depois da resina, para não oxidá-la
  • Cloro residual livre mínimo de 0,2 mg/L
  • Ponto de coleta para conferência

Por que respeitar

Quando a análise acusa coliformes ou E. coli, a desinfecção é o que torna a água segura para o consumo. Nenhum caminho de bypass pode pular essa etapa.

04

Cisterna e reforço da rede

Como funciona

A água tratada é armazenada na cisterna. Quando há rede pública, uma solenoide comandada por boia completa o nível automaticamente.

Como é dimensionado

Pelo consumo diário, pela vazão máxima do poço e pela água usada nas retrolavagens e regenerações.

Requisitos

  • Entrada da rede acima do nível máximo (separação atmosférica)
  • Tampa vedada e acesso para limpeza
  • Extravasor e boia de nível

Por que respeitar

A separação atmosférica impede que a água do poço volte para a rede pública, uma exigência das concessionárias e uma questão de saúde pública.

05

Pressurização, painel e automação

Como funciona

O pressurizador leva a água tratada ao consumo. O painel de válvulas reúne registros, retenções e solenoides para operação normal, retrolavagem, bypass e manutenção.

Como é dimensionado

Pela vazão e pela pressão dos pontos de uso e pela pressão exigida nos ciclos de limpeza.

Requisitos

  • Válvulas de retenção contra retorno ao poço e à rede
  • Ciclos de filtro e abrandador em horários que não se cruzam
  • Válvulas identificadas por plaqueta

Por que respeitar

Sem a lógica de válvulas e horários, um ciclo pode usar água bruta na retrolavagem ou ficar sem pressão para regenerar.

Caso real

Residência abastecida por poço, com reforço da rede pública

A análise do poço mostrou coliformes totais e E. coli presentes e manganês de 0,13 mg/L, acima do limite de 0,10 mg/L. Dureza de 122 mg/L, turbidez de 1,1 NTU e pH 7,3 estavam dentro do padrão. O poço entrega 300 L/h, no máximo 7,2 m³ por dia.

A solução combinou um filtro central automático de 3 m³/h, um abrandador com cerca de 85 L de resina e um clorador de passagem antes da cisterna. O bypass do poço também passa pelo clorador, para a água nunca chegar à cisterna sem desinfecção. A retrolavagem usa a água tratada e pressurizada da própria cisterna, e uma única solenoide abre a linha de limpeza pelo contato seco das duas válvulas.

  • Filtro com retrolavagem diária às 08:00 (20 min)
  • Abrandador regenerando por volume às 08:30 (85 min)
  • Horários escalonados, sem sobreposição de ciclos
  • Bypass com cloração obrigatória
  • Entrada da rede acima do nível máximo da cisterna
  • Comando em 24 VAC por contato seco, sem relé

O que entregamos

Projeto, instalação e documentação para operar com segurança

01

Esquema hidráulico

Alimentação, tratamento, reservação, pressurização, retrolavagem e drenos, com todas as válvulas identificadas.

02

Painel de válvulas

Detalhe do painel e a posição de cada registro e solenoide em cada modo de operação.

03

Programação

Parâmetros de cada válvula, sequência dos ciclos e horários que não se sobrepõem.

04

Ligação elétrica

Diagrama de comando das solenoides, cabos, proteções e passo a passo de teste.

05

Partida assistida

Checklist de partida, ajuste dos equipamentos e coleta de amostras para conferir o resultado.

06

Rotinas de operação

Reposição de sal, troca de carga filtrante e resina, limpeza e inspeções periódicas.

Como trabalhamos

Da análise à água tratada na torneira

  1. Análise e vazão

    Coletamos a água para laboratório e medimos a vazão do poço.

  2. Concepção

    Definimos as etapas necessárias a partir dos resultados.

  3. Projeto

    Dimensionamos equipamentos, cisterna, painel e automação.

  4. Instalação

    Montamos o sistema, o painel de válvulas e as ligações elétricas.

  5. Partida e treinamento

    Programamos, testamos, coletamos amostras e orientamos a operação.

Por que a STEBio

Norma, projeto e obra na mesma equipe

N

Quem ajuda a revisar a norma

Nosso responsável técnico participa do comitê de revisão da ABNT NBR 17076:2024.

O

Projeto pensado para ser construído

Também executamos as obras. Níveis, declividades, acessos e manutenção entram no projeto desde o início.

E

Contrate só a etapa de que precisa

Ensaio, projeto, fornecimento ou solução completa, até a entrega com documentação e garantia.

20

Desde 2005

De residências a usinas hidrelétricas, em mais de 95 cidades de 12 estados.

Jean Reis, sócio-diretor da STEBio

Jean Reis, arquiteto e urbanista, sócio-diretor e responsável técnico da STEBio. Atua com saneamento desde 2004, participa do comitê de revisão da ABNT NBR 17076:2024 e acompanha pessoalmente o dimensionamento, o projeto e a execução das soluções.

Clientes

Quem já confiou na STEBio

Indústrias, construtoras, concessionárias, hotéis e residências: alguns dos mais de 683 clientes atendidos desde 2005. Ver todos os clientes.

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Dúvidas frequentes

Perguntas que sempre recebemos

Preciso fazer análise da água antes?

Sim. É a análise de laboratório que mostra o que precisa ser tratado. Sem ela, o sistema pode ter etapas desnecessárias ou deixar de tratar o que importa, como bactérias e manganês.

A água tratada pode ser bebida?

O objetivo é atender aos padrões de potabilidade da Portaria GM/MS nº 888/2021. Depois da partida, novas análises confirmam o resultado, e o cloro residual precisa ser acompanhado.

Por que o cloro fica depois do abrandador?

Porque o cloro oxida a resina do abrandador e reduz a vida útil dela. A desinfecção entra depois e antes da cisterna.

Qual a manutenção do sistema?

Reposição de sal no tanque de regeneração, limpeza do tanque de sal, troca periódica da carga filtrante e, quando perde capacidade, da resina. A retrolavagem e a regeneração são automáticas.

E se faltar energia?

As válvulas guardam a programação, mas o relógio precisa ser conferido para manter os horários escalonados dos ciclos. Isso faz parte da orientação de operação.

Vocês atendem empresas e condomínios?

Sim. O dimensionamento muda com a vazão e o consumo, mas a lógica é a mesma: análise, concepção, projeto, instalação e partida assistida.

Próximo passo

Vamos tratar a água do seu poço?

Envie o laudo da análise, se tiver, e a vazão do poço. Indicamos as etapas necessárias e o sistema adequado.

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