STEBioSoluções sustentáveis, impacto positivo.
Para arquitetos, engenheiros, construtoras e incorporadoras

Projeto de tratamento de esgoto feito por quem revisa a norma e executa a obra

Projetamos todas as soluções previstas na ABNT NBR 17076:2024, com dimensionamento, projeto executivo e memorial descritivo e de cálculo, como exigem a CETESB e outras agências ambientais. Documentos prontos para aprovação, licenciamento e execução sem surpresa no canteiro.

  • Todas as soluções da NBR 17076:2024
  • Memorial descritivo e de cálculo
  • Plantas, cortes e detalhes
  • Pronto para CETESB e órgãos ambientais
Corte esquemático do sistema TFV conforme NBR 17076
Projeto pensado para ser construído, operado e mantido.
+20anos (desde 2005)
+683clientes
+95cidades
+12estados

O que o projeto define

Cada unidade dimensionada e posicionada

Cortes esquemáticos animados das configurações mais comuns da NBR 17076:2024.

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Por que um projeto

Dimensionar não é só definir o volume de um tanque

É preciso avaliar a contribuição de esgoto, a ocupação do empreendimento, o terreno, a capacidade de infiltração do solo, a forma de disposição final do efluente e as condições técnicas e ambientais do local.

A STEBio desenvolve dimensionamento, projeto e memorial de cálculo de sistemas locais de tratamento de esgoto sanitário, tendo como principal referência a ABNT NBR 17076:2024. O objetivo é uma solução tecnicamente adequada, dimensionada para o empreendimento e compatível com as condições existentes no local.

  • Norma: requisitos e critérios da ABNT NBR 17076:2024
  • Engenharia: análise do local, definição da solução e projeto
  • Execução: experiência prática com a implantação dos sistemas
  • Operação: inspeção, manutenção e funcionamento durante a vida útil

O que o projeto contém

Uma prancha de projeto, do terreno ao carimbo

Planta de implantação com posição e distâncias das unidades, corte com níveis e cotas, notas técnicas, carimbo e o memorial que justifica cada dimensão.

Exemplo ilustrativo de prancha de projeto: planta de implantação, corte esquemático e carimbo PLANTA DE IMPLANTAÇÃO sem escala · exemplo ilustrativo divisa do lote EDIFICAÇÃO Ø100 · i = 2% TS FA SM 1 SM 2 dist. mín. entre sumidouros divisa afastamento da edificação N TS tanque sépticoFA filtro anaeróbioSM sumidouros (alternância)→ sentido do fluxo CORTE ESQUEMÁTICO níveis e cotas definidos no projeto terreno lodo TS FA leito filtrante SM N.A. máximo (lençol freático) ≥ dist. mín. cotas de fundo MEMORIAL · ESTRUTURA 1. Dados e premissas de projeto 2. Contribuição e vazão 3. Fórmulas e substituições 4. Ensaio de infiltração 5. Resultados e dimensões 6. Operação e manutenção STEBio PROJETOSistema local de tratamento de esgoto CONTEÚDOImplantação · corte · detalhes NORMAABNT NBR 17076:2024 FOLHA01/03 RESPONSÁVEL TÉCNICOconforme ART/RRT do projeto ESCALAindicada REVISÃOR00 NOTAS 1. Dimensões obtidas no memorial de cálculo.2. Taxa de infiltração conforme ensaio (Anexo N).3. Distâncias mínimas conforme a NBR 17076:2024.4. Prever acesso para inspeção e limpeza.5. Alternar os sumidouros conforme o projeto.
Exemplo ilustrativo. Cada projeto é desenvolvido para o terreno e a demanda reais.
  • Implantação do sistema no terreno
  • Planta baixa, cortes e detalhes construtivos
  • Dimensões das unidades
  • Níveis, cotas e declividades
  • Tubulações de entrada e saída
  • Dispositivos de inspeção e manutenção
  • Detalhes das conexões entre as unidades
  • Sistema de disposição final do efluente
  • Especificações para execução
  • Memorial descritivo e memorial de cálculo

Etapa por etapa

O que o projeto dimensiona, etapa por etapa

Como cada parte é calculada, quais requisitos precisam ser atendidos e por que eles existem.

01

Contribuição e vazão de projeto

Como funciona

É o ponto de partida: quanto esgoto o empreendimento gera por dia e como essa vazão varia ao longo do dia.

Como é dimensionado

Parte do número de usuários e do tipo de ocupação (residência, escritório, escola, hotel, indústria), aplicando a contribuição por usuário de cada categoria. Em empreendimentos mistos, cada uso entra com o seu critério.

Requisitos

  • Levantamento real da ocupação
  • Separação entre esgoto sanitário e efluentes de processo
  • Consideração de picos de uso quando relevantes

Por que respeitar

Todas as unidades são calculadas a partir dessa vazão. Um erro aqui se propaga para o tanque, o filtro e a disposição final.

02

Tanque séptico

Como funciona

O esgoto bruto entra e fica em repouso. Os sólidos pesados decantam e formam o lodo no fundo, gorduras e espumas flutuam e formam a escuma na superfície, e bactérias anaeróbias começam a digerir a matéria orgânica. Entre as duas camadas fica o líquido clarificado, que segue para a próxima etapa.

Como é dimensionado

O volume útil soma duas parcelas: o volume para o esgoto permanecer o tempo necessário em repouso (tempo de detenção, que depende da contribuição diária) e o volume reservado para acumular o lodo até a próxima limpeza (que depende do número de usuários, do intervalo de limpeza escolhido e da temperatura).

Requisitos

  • Estanque: não pode deixar o esgoto bruto vazar para o solo
  • Dispositivos de entrada e saída que evitam a saída de escuma e lodo
  • Profundidade útil dentro dos limites da norma
  • Tampas de inspeção acessíveis para medição e limpeza
  • Ventilação do sistema pela tubulação do imóvel

Por que respeitar

Volume menor que o necessário reduz o tempo de repouso e o espaço do lodo: os sólidos escapam, entopem o filtro e o sumidouro e o sistema passa a dar retorno e mau cheiro. Um tanque que vaza deixa de tratar e contamina o solo.

03

Filtro anaeróbio

Como funciona

O efluente do tanque séptico entra pelo fundo e sobe através de um leito filtrante. Na superfície desse material se forma um biofilme de microrganismos anaeróbios, que consome a matéria orgânica que restou. É a etapa que completa o tratamento antes da disposição no solo.

Como é dimensionado

O volume útil é calculado pela contribuição diária e pelo tempo de detenção, que varia com a temperatura. A altura do leito filtrante e a forma de distribuição do fluxo seguem os critérios da norma para que todo o material seja aproveitado.

Requisitos

  • Fluxo ascendente bem distribuído no fundo
  • Material filtrante adequado e estável
  • Fundo falso ou dispositivo que permita a drenagem para limpeza
  • Acesso para inspeção e manutenção
  • Instalado sempre depois do tanque séptico

Por que respeitar

Sem o filtro, o efluente chega ao solo com carga orgânica alta: a camada de infiltração colmata rapidamente e o sumidouro ou a vala perdem a capacidade. Pela ABNT NBR 17076:2024, o filtro faz parte do sistema e não é opcional.

04

Disposição final

Como funciona

Define para onde vai o efluente tratado: infiltração no solo por sumidouro ou vala, lançamento em corpo hídrico ou outra forma admitida.

Como é dimensionado

Para infiltração, a área necessária é a vazão de projeto dividida pela taxa medida no ensaio de infiltração. Para lançamento, valem os padrões exigidos pelo órgão ambiental.

Requisitos

  • Ensaio de infiltração no local
  • Nível do lençol freático
  • Distâncias mínimas a divisas, edificações e poços
  • Exigências do licenciamento

Por que respeitar

É a etapa que mais depende do terreno. Estimar a infiltração por tabela é a causa mais comum de sistemas que saturam.

05

Locação e compatibilização

Como funciona

Posiciona as unidades no terreno e verifica se tudo funciona em conjunto: cotas, acessos, distâncias e manutenção.

Como é dimensionado

As cotas de cada unidade são encadeadas a partir da saída do imóvel. As distâncias mínimas da norma e o acesso do caminhão de limpeza definem a posição.

Requisitos

  • Escoamento por gravidade ou elevatória justificada
  • Distâncias mínimas respeitadas
  • Acesso para limpeza e alternância

Por que respeitar

Um sistema corretamente calculado, mas mal posicionado, não fecha as cotas na obra ou não pode ser mantido.

Projetos reais

Exemplos de projetos da STEBio

Recortes de pranchas desenvolvidas pela STEBio. Os dados dos clientes foram removidos.

Implantação sobre foto aérea
Implantação sobre foto aéreaTanque séptico, filtro anaeróbio e sumidouros locados sobre o levantamento aéreo do terreno, com distâncias cotadas.
TFV em indústria sobre foto aérea
TFV em indústria sobre foto aéreaTanque séptico, filtro anaeróbio e vala de infiltração locados junto ao galpão, com o corte do conjunto.
Implantação cotada
Implantação cotadaCaixas de distribuição e quatro sumidouros com afastamentos e alinhamentos definidos no projeto.
Cortes de três sistemas TFV
Cortes de três sistemas TFVCortes esquemáticos com o nível d'água medido e a distância mínima ao fundo das valas, incluindo um conjunto com elevatória.
Corte com nível d'água
Corte com nível d'águaTanque séptico, filtro anaeróbio e sumidouros com o nível do lençol freático indicado no corte.
Condomínio com sistemas individuais
Condomínio com sistemas individuaisImplantação geral de um condomínio de casas, com um sistema por unidade e detalhes do tanque séptico.

Abrangência

Projetamos todas as soluções previstas na ABNT NBR 17076:2024

A norma vai além do tanque séptico com filtro e sumidouro. A STEBio projeta cada uma das alternativas de tratamento e disposição final que ela contempla, e as combinações entre elas, escolhendo a que se adequa ao empreendimento, ao solo e ao efluente.

1

Tratamento primário

Tanque séptico (Anexo A), dimensionado pela contribuição diária, pelo período de detenção e pelo acúmulo de lodo.

2

Tratamento complementar anaeróbio

Filtro anaeróbio (Anexo D) e reatores anaeróbios compartimentados.

3

Tratamento aeróbio

Filtros aeróbios e sistemas compactos, quando a qualidade exigida do efluente pede mais remoção.

4

Soluções naturais

Wetlands construídos, vermifiltro e tanque de evapotranspiração.

5

Disposição no solo

Sumidouro (Anexo K) e vala de infiltração (Anexo L), dimensionados com o ensaio de infiltração (Anexo N).

6

Outras destinações

Lançamento em corpo hídrico ou reúso, quando admitidos, com o tratamento e os parâmetros que o órgão ambiental exigir.

Exigência dos órgãos ambientais

Memorial descritivo e memorial de cálculo, como pede a CETESB

Para aprovar e licenciar um sistema de tratamento de esgoto, a CETESB e outras agências ambientais pedem, além das plantas, o memorial descritivo e o memorial de cálculo assinados pelo responsável técnico.

O memorial descritivo explica a solução adotada: o empreendimento, a origem e as características do esgoto, as unidades de tratamento, a disposição final, os materiais e a operação. O memorial de cálculo demonstra, com fórmulas e números, que cada unidade atende à ABNT NBR 17076:2024. A STEBio entrega os dois, com ART ou RRT.

  • Memorial descritivo da solução e do processo
  • Memorial de cálculo de cada unidade
  • Plantas, cortes e detalhes construtivos
  • Resultado do ensaio de infiltração, quando aplicável
  • ART ou RRT do profissional habilitado
  • Apoio nas exigências do órgão durante a análise

Antes de dimensionar

O que analisamos no empreendimento e no local

Dois empreendimentos com a mesma população podem precisar de soluções diferentes. O projeto parte do local, não de uma solução escolhida previamente.

Q

Contribuição e vazão

Número de usuários ou unidades de contribuição, uso e ocupação, contribuição diária, vazão de projeto e características do efluente.

T

Terreno e cotas

Área disponível, topografia, cotas e níveis necessários ao funcionamento por gravidade, acessos e interferências.

S

Solo

Características do solo e capacidade de infiltração medida em ensaio, além do nível do lençol freático.

D

Disposição final

Infiltração no solo, lançamento em corpo hídrico ou outra forma admitida, conforme as condições e as exigências aplicáveis.

O

Operação e manutenção

Acesso para inspeção, limpeza e alternância das unidades ao longo da vida útil do sistema.

L

Licenciamento

Requisitos do órgão ambiental competente, como a CETESB em São Paulo, da prefeitura ou da concessionária.

Dimensionamento

Configurações mais comuns

Também avaliamos outras soluções de tratamento e disposição final previstas ou tecnicamente admitidas pelas normas aplicáveis, conforme o empreendimento, o terreno e o efluente.

Tanque séptico → filtro anaeróbio → sumidouroTanque séptico → filtro anaeróbio → vala de infiltraçãoSoluções específicas
Quando usarSolo com profundidade útil e boa infiltraçãoPouca profundidade útil (rocha, solo duro, lençol a médias profundidades) e área plana disponívelVazões maiores, efluentes específicos, lençol raso ou lançamento em corpo hídrico
O que o ensaio defineÁrea de infiltração e número de sumidourosComprimento e número de valasViabilidade da infiltração ou necessidade de outra disposição
Manutenção típicaLimpeza do tanque séptico e alternância dos sumidourosLimpeza do tanque séptico e alternância das valasConforme o processo adotado
Na STEBio, a solução é definida pela engenharia, não pela improvisação. Não trabalhamos com adaptações sem fundamentação técnica ou com sistemas cuja eficiência e segurança ambiental não possam ser demonstradas.

Tratamento e disposição final

O que fazer com o efluente tratado também é projeto

Quando a solução envolve a disposição no solo, as características de infiltração do terreno passam a ser fundamentais para o dimensionamento.

Realizamos o ensaio de infiltração conforme o Anexo N da ABNT NBR 17076:2024. Os resultados dimensionam sumidouros e valas de infiltração, evitando que a capacidade de absorção do solo seja estimada por valores genéricos.

  • Ensaio de infiltração no local da obra
  • Verificação do nível do lençol freático
  • Distâncias mínimas a divisas, edificações e poços
  • Interação entre tratamento, vazão e solo

Memorial de cálculo

Como e por que cada dimensão foi definida

O memorial apresenta os parâmetros de projeto, as fórmulas, a definição das variáveis, as substituições numéricas, os resultados e os critérios usados na definição da solução.

Assim o documento não traz só as dimensões finais: ele registra o raciocínio técnico e dá transparência para proprietários, arquitetos, engenheiros, executores e órgãos que analisam o projeto.

  • Dados e premissas de projeto
  • Contribuição diária e vazão
  • Fórmulas, variáveis e substituições
  • Resultado do ensaio de infiltração
  • Dimensões adotadas para cada unidade
  • Orientações de operação e manutenção

Projeto pensado para ser construído

Da norma para a realidade da obra

Executamos instalações há mais de 20 anos. Níveis, declividades, acessos, posicionamento das unidades, conexões, sequência de instalação e manutenção entram na concepção desde o início, porque em sistemas enterrados uma decisão simples no projeto pode virar uma grande dificuldade na obra.

Norma

Aplicação correta dos requisitos e critérios técnicos da ABNT NBR 17076:2024.

Engenharia

Análise do local, definição da solução, dimensionamento e projeto.

Execução

Experiência prática com a implantação e os desafios reais de uma obra.

Operação

Condições para inspeção, manutenção e bom funcionamento.

Tecnicamente correto, executável e funcionando durante toda a vida útil.

Para quais empreendimentos

Do sítio ao loteamento

O dimensionamento e o projeto se aplicam a qualquer empreendimento sem atendimento por rede pública e também aos que precisam de tratamento prévio antes de se ligar à rede, conforme exigências técnicas e ambientais.

Também desenvolvemos projetos para adequação, regularização e licenciamento de sistemas existentes, a partir da avaliação das condições atuais e da definição das adequações necessárias.

  • Residências e condomínios
  • Chácaras e sítios
  • Pousadas e hotéis
  • Restaurantes e estabelecimentos comerciais
  • Escolas e empresas
  • Empreendimentos rurais
  • Loteamentos e empreendimentos isolados
  • Tratamento prévio antes da ligação à rede
  • Adequação e regularização de sistemas existentes

Fluxo de trabalho

Como desenvolvemos o projeto

  1. Briefing

    Recebemos planta, levantamento e dados de ocupação do empreendimento.

  2. Lista de pendências

    Indicamos quais informações, documentos e ensaios faltam.

  3. Ensaio de solo

    Quando aplicável, executamos o ensaio conforme o Anexo N.

  4. Concepção e dimensionamento

    Avaliamos alternativas e dimensionamos as unidades.

  5. Projeto e memoriais

    Emitimos projeto, memorial descritivo e memorial de cálculo para aprovação, licenciamento e obra.

Por que a STEBio

Norma, projeto e obra na mesma equipe

N

Quem ajuda a revisar a norma

Nosso responsável técnico participa do comitê de revisão da ABNT NBR 17076:2024.

O

Projeto pensado para ser construído

Também executamos as obras. Níveis, declividades, acessos e manutenção entram no projeto desde o início.

E

Contrate só a etapa de que precisa

Ensaio, projeto, fornecimento ou solução completa, até a entrega com documentação e garantia.

20

Desde 2005

De residências a usinas hidrelétricas, em mais de 95 cidades de 12 estados.

Jean Reis, sócio-diretor da STEBio

Jean Reis, arquiteto e urbanista, sócio-diretor e responsável técnico da STEBio. Atua com saneamento desde 2004, participa do comitê de revisão da ABNT NBR 17076:2024 e acompanha pessoalmente o dimensionamento, o projeto e a execução das soluções.

Clientes

Quem já confiou na STEBio

Indústrias, construtoras, concessionárias, hotéis e residências: alguns dos mais de 683 clientes atendidos desde 2005. Ver todos os clientes.

Viviane ProjetosPoliciamento Rodoviário SPCoopercargoCCRFormagsLeoniFMG Desenvolvimento ImobiliárioProsteelPurcomConstrutora DaraujoGELOGRamires MotorsDe NoraConstrutora BaggioFazenda da TocaOCQSherwin-WilliamsCelier AlimentosJHSF45 ARKTamoiosSiadrexValmetCascudoAquinoMadre IvaAltarCamargo Corrêa
Gandini PatrimonialSeven ArtCícero Toledo & André PaesDZL ConstrutoraMarina M3Enipro Engenharia3MUsinaferRei LinguiçaADCompCIP PaulistaItubombasSantoro ArquiteturaEthosZFStemmannNiproMetalacHelvetiaFEPIbisLaponiaIperforBrundell TransportesCBAMenegazzoVilla RossaTempermax

Dúvidas frequentes

Perguntas que sempre recebemos

A NBR 17076:2024 substitui quais normas?

Ela substitui a NBR 7229:1993 (tanques sépticos) e a NBR 13969:1997 (unidades complementares e disposição final).

O projeto serve para licenciamento ambiental?

O projeto executivo também serve de base para o licenciamento. A condução do processo junto ao órgão (taxas, protocolos e exigências) normalmente fica com o empreendedor, e podemos apoiar tecnicamente.

Vocês trabalham com soluções alternativas?

Somente com soluções tecnicamente justificáveis e admitidas pelas normas aplicáveis. Não trabalhamos com adaptações sem fundamentação técnica.

Atendem empreendimentos que vão se ligar à rede pública?

Sim, inclusive quando é exigido tratamento prévio antes da conexão ou do lançamento na rede.

Posso contratar só o projeto e executar com outra empresa?

Pode. O projeto é detalhado justamente para ser executável por qualquer equipe qualificada.

Quais informações preciso enviar para orçar o projeto?

Endereço da obra, planta ou croqui do terreno com a edificação, número de usuários e tipo de ocupação e, se houver, levantamento topográfico e exigências do órgão licenciador.

O projeto inclui responsabilidade técnica?

Sim. O projeto e o memorial são emitidos com ART ou RRT do profissional habilitado responsável.

Próximo passo

Tem um projeto para desenvolver ou aprovar?

Envie as informações do empreendimento. Retornamos com o que é necessário para dimensionar, projetar e emitir o memorial.

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