STEBioSoluções sustentáveis, impacto positivo.
Sítios · fazendas · escolas rurais · ilhas

Saneamento onde a rede pública não chega

Sistemas de tratamento de esgoto dimensionados para a realidade de propriedades rurais e locais de acesso restrito, considerando solo, água, energia disponível, logística e manutenção.

  • Projeto conforme a NBR 17076:2024
  • Soluções sem energia elétrica
  • Logística para locais isolados
  • Proteção de poços e nascentes
Corte esquemático do sistema TFV para propriedade rural
Sistema TFV: alternativa ao sumidouro em solos com pouca profundidade útil.
+20anos (desde 2005)
+683clientes
+95cidades
+12estados

Exemplos de solução

Soluções que funcionam sem rede pública

Cortes esquemáticos animados. A escolha depende do solo, do relevo e da demanda.

Atenção sobre o biodigestor: O biodigestor não atende à ABNT NBR 17076:2024. O seu uso depende de critérios técnicos e se restringe a situações de baixa demanda.
Abrir em tela cheia ↗

Desafios do campo

O que muda no meio rural

💧

Poços e nascentes

A posição do sistema precisa proteger a água que a família ou os animais consomem.

⛰

Solo e relevo variados

Rocha, lençol raso e declives exigem ensaio e escolha correta da disposição final.

⚡

Pouca infraestrutura

Preferência por sistemas que funcionam sem energia e com manutenção simples.

🚚

Acesso e logística

Transporte de equipamentos e acesso do caminhão de limpeza planejados no projeto.

Atualização constante

Conhecimento técnico para o saneamento rural

Em 2026, Jean Reis participou do Qualifica Verde: Saneamento Rural, programa de capacitação da UFSCar (campus Lagoa do Sino), sobre os desafios e alternativas de tratamento de água e efluentes no campo.

Em 2022, nossa equipe fez o curso do IPESA sobre construção de biodigestores. Avaliamos novas tecnologias tecnicamente antes de usá-las em projeto.

  • Sistemas TFS e TFV
  • STEBioTrat 3 em 1 para áreas reduzidas
  • Elevatórias quando o relevo exige
  • Cisternas para aproveitamento de água de chuva
  • Soluções para escolas e equipamentos públicos rurais
  • Ilhas e locais de acesso restrito

Etapa por etapa

Como funciona cada etapa do sistema

A mecânica de cada unidade, como ela é dimensionada, os requisitos da ABNT NBR 17076:2024 e por que eles devem ser respeitados.

01

Tanque séptico

Como funciona

O esgoto bruto entra e fica em repouso. Os sólidos pesados decantam e formam o lodo no fundo, gorduras e espumas flutuam e formam a escuma na superfície, e bactérias anaeróbias começam a digerir a matéria orgânica. Entre as duas camadas fica o líquido clarificado, que segue para a próxima etapa.

Como é dimensionado

O volume útil soma duas parcelas: o volume para o esgoto permanecer o tempo necessário em repouso (tempo de detenção, que depende da contribuição diária) e o volume reservado para acumular o lodo até a próxima limpeza (que depende do número de usuários, do intervalo de limpeza escolhido e da temperatura).

Requisitos

  • Estanque: não pode deixar o esgoto bruto vazar para o solo
  • Dispositivos de entrada e saída que evitam a saída de escuma e lodo
  • Profundidade útil dentro dos limites da norma
  • Tampas de inspeção acessíveis para medição e limpeza
  • Ventilação do sistema pela tubulação do imóvel

Por que respeitar

Volume menor que o necessário reduz o tempo de repouso e o espaço do lodo: os sólidos escapam, entopem o filtro e o sumidouro e o sistema passa a dar retorno e mau cheiro. Um tanque que vaza deixa de tratar e contamina o solo.

02

Filtro anaeróbio

Como funciona

O efluente do tanque séptico entra pelo fundo e sobe através de um leito filtrante. Na superfície desse material se forma um biofilme de microrganismos anaeróbios, que consome a matéria orgânica que restou. É a etapa que completa o tratamento antes da disposição no solo.

Como é dimensionado

O volume útil é calculado pela contribuição diária e pelo tempo de detenção, que varia com a temperatura. A altura do leito filtrante e a forma de distribuição do fluxo seguem os critérios da norma para que todo o material seja aproveitado.

Requisitos

  • Fluxo ascendente bem distribuído no fundo
  • Material filtrante adequado e estável
  • Fundo falso ou dispositivo que permita a drenagem para limpeza
  • Acesso para inspeção e manutenção
  • Instalado sempre depois do tanque séptico

Por que respeitar

Sem o filtro, o efluente chega ao solo com carga orgânica alta: a camada de infiltração colmata rapidamente e o sumidouro ou a vala perdem a capacidade. Pela ABNT NBR 17076:2024, o filtro faz parte do sistema e não é opcional.

03

Sumidouro

Como funciona

Poço com paredes que permitem a passagem do líquido, envolvido por brita. O efluente tratado infiltra pelo fundo e pelas laterais e o solo completa a depuração. Funciona em alternância: enquanto uma unidade recebe o efluente, a outra descansa e recupera a capacidade de infiltração.

Como é dimensionado

A área de infiltração necessária é a vazão de projeto dividida pela taxa de infiltração medida no ensaio do terreno. Dessa área saem o diâmetro, a profundidade e o número de sumidouros, sempre com pelo menos duas unidades para a alternância.

Requisitos

  • Ensaio de infiltração no local
  • Distância mínima entre o fundo e o nível máximo do lençol freático
  • Distâncias mínimas a divisas, fundações, taludes, poços e entre sumidouros
  • Profundidade e diâmetro dentro dos limites da norma
  • No mínimo duas unidades com alternância

Por que respeitar

Sumidouro com área menor que a necessária satura e devolve o esgoto. Próximo demais do lençol, o efluente chega à água subterrânea antes de ser depurado pelo solo. Perto de fundações ou taludes, a infiltração pode causar recalques e instabilidade.

04

Vala de infiltração

Como funciona

Vala rasa e longa com uma camada de brita e uma tubulação perfurada ao longo do comprimento. O efluente tratado é distribuído por toda a extensão e infiltra pelo fundo e pelas laterais, aproveitando as camadas mais superficiais do solo. Também trabalha com alternância.

Como é dimensionado

O comprimento total é a área de infiltração necessária (vazão de projeto dividida pela taxa de infiltração do ensaio) dividida pela área útil por metro de vala. Esse comprimento é dividido em valas separadas para permitir a alternância.

Requisitos

  • Ensaio de infiltração na profundidade da vala
  • Distância mínima entre o fundo da vala e o nível máximo do lençol freático
  • Fundo nivelado e tubulação com distribuição uniforme
  • Valas separadas para alternância
  • Área livre de tráfego de veículos e de árvores de raiz profunda

Por que respeitar

Se a distribuição não for uniforme, apenas o início da vala trabalha e satura. Fundo perto da água subterrânea compromete a depuração. Tráfego e raízes compactam o solo e danificam a tubulação, reduzindo a vida útil.

Como atendemos

Etapas

  1. Conversa inicial

    Uso da propriedade, número de pessoas, fontes de água e acesso.

  2. Visita e ensaio

    Reconhecimento do terreno e ensaio de infiltração quando aplicável.

  3. Projeto

    Escolha e dimensionamento da solução e da posição das unidades.

  4. Implantação

    Logística, instalação e orientação de uso e manutenção.

Obras

Experiência que pode ser vista

Por que a STEBio

Norma, projeto e obra na mesma equipe

N

Quem ajuda a revisar a norma

Nosso responsável técnico participa do comitê de revisão da ABNT NBR 17076:2024.

O

Projeto pensado para ser construído

Também executamos as obras. Níveis, declividades, acessos e manutenção entram no projeto desde o início.

E

Contrate só a etapa de que precisa

Ensaio, projeto, fornecimento ou solução completa, até a entrega com documentação e garantia.

20

Desde 2005

De residências a usinas hidrelétricas, em mais de 95 cidades de 12 estados.

Jean Reis, sócio-diretor da STEBio

Jean Reis, arquiteto e urbanista, sócio-diretor e responsável técnico da STEBio. Atua com saneamento desde 2004, participa do comitê de revisão da ABNT NBR 17076:2024 e acompanha pessoalmente o dimensionamento, o projeto e a execução das soluções.

Clientes

Quem já confiou na STEBio

Indústrias, construtoras, concessionárias, hotéis e residências: alguns dos mais de 683 clientes atendidos desde 2005. Ver todos os clientes.

Viviane ProjetosPoliciamento Rodoviário SPCoopercargoCCRFormagsLeoniFMG Desenvolvimento ImobiliárioProsteelPurcomConstrutora DaraujoGELOGRamires MotorsDe NoraConstrutora BaggioFazenda da TocaOCQSherwin-WilliamsCelier AlimentosJHSF45 ARKTamoiosSiadrexValmetCascudoAquinoMadre IvaAltarCamargo Corrêa
Gandini PatrimonialSeven ArtCícero Toledo & André PaesDZL ConstrutoraMarina M3Enipro Engenharia3MUsinaferRei LinguiçaADCompCIP PaulistaItubombasSantoro ArquiteturaEthosZFStemmannNiproMetalacHelvetiaFEPIbisLaponiaIperforBrundell TransportesCBAMenegazzoVilla RossaTempermax

Dúvidas frequentes

Perguntas que sempre recebemos

Qual a distância mínima entre o sistema e o poço?

A NBR 17076:2024 define distâncias mínimas entre as unidades e poços, nascentes, divisas e construções. Elas são verificadas no projeto conforme as condições de cada local.

O sistema precisa de energia elétrica?

Os sistemas TFS, TFV e STEBioTrat não precisam. Só há consumo de energia quando o relevo exige uma elevatória.

Atendem ilhas e locais de difícil acesso?

Sim. Já executamos obras em ilhas e áreas isoladas, com a logística planejada no projeto.

Biodigestor é uma opção?

O biodigestor não atende à ABNT NBR 17076:2024. O seu uso depende de critérios técnicos e se restringe a situações de baixa demanda. Avaliamos caso a caso se o biodigestor é aplicável. Quando não for, indicamos os sistemas previstos na norma, como TFS ou TFV.

Próximo passo

Vamos levar saneamento à sua propriedade?

Conte onde fica, quantas pessoas usam e qual é a fonte de água. Indicamos o caminho técnico mais adequado.

Chamar no WhatsApp agora

Conte rapidamente o seu caso

Ao enviar, abrimos o WhatsApp com a mensagem pronta, e você só confirma o envio.

WhatsApp