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Anaeróbio e aeróbio na mesma estação, com efluente clorado

A ETE mista combina um reator anaeróbio (RAFA), um filtro aerado e a decantação com cloração em uma estação compacta, para 1.000 ou 2.000 litros por dia. Instalação enterrada ou sobre o solo.

  • 1.000 ou 2.000 L/dia
  • Reator anaeróbio + filtro aerado
  • Decantação e cloração
  • Sumidouro, vala ou corpo d'água
Corte esquemático da ETE mista com reator anaeróbio, filtro aerado, decantação e cloração e sumidouro
Reator anaeróbio (RAFA) → filtro aerado → decantação e cloração → disposição final.
+20anos (desde 2005)
+683clientes
+95cidades
+12estados

Veja funcionando

As etapas da ETE mista

Corte esquemático animado. Use os botões para ver a instalação enterrada ou sobre o solo e cada tipo de disposição final.

Abrir em tela cheia ↗

Como funciona

O melhor de cada processo, em sequência

No reator anaeróbio de fluxo ascendente (RAFA), os sólidos decantam e os micro-organismos anaeróbios digerem a maior parte da matéria orgânica, com baixo consumo de energia.

O filtro aerado remove a matéria orgânica que restou, com micro-organismos aeróbios aderidos ao leito plástico. Por fim, o decantador lamelar separa os flocos biológicos, devolve o lodo ao reator, e o clorador desinfeta o efluente antes da disposição final.

  • Reator anaeróbio de fluxo ascendente (RAFA)
  • Filtro aerado com soprador de baixo consumo
  • Decantador lamelar com retorno de lodo
  • Clorador de pastilhas
  • Enterrada ou sobre o solo, com elevatória
  • Equipamento Fibratec

Etapa por etapa

Como a ETE mista trata o esgoto

Três etapas de tratamento e a disposição final adequada ao terreno ou ao licenciamento.

01

Reator anaeróbio (RAFA)

Como funciona

O esgoto entra pelo fundo e sobe através da manta de lodo, onde os sólidos ficam retidos e a matéria orgânica é digerida por micro-organismos anaeróbios.

Como é dimensionado

A estação é escolhida entre os modelos de 1.000 e 2.000 L/dia, pela contribuição diária calculada no projeto.

Requisitos

  • Tampas herméticas de inspeção
  • Entrada até o fundo
  • Contribuição dentro da capacidade do modelo

Por que respeitar

Vazão acima da capacidade arrasta a manta de lodo e sobrecarrega as etapas seguintes.

02

Filtro aerado

Como funciona

Um soprador de baixo consumo injeta ar por difusores, e os micro-organismos aeróbios fixados no leito plástico removem a matéria orgânica residual.

Como é dimensionado

Pela carga que chega do reator anaeróbio.

Requisitos

  • Soprador ligado de forma contínua
  • Energia elétrica no local
  • Difusores limpos

Por que respeitar

Sem aeração, o filtro deixa de remover a carga residual e o efluente sai fora do padrão.

03

Decantação e cloração

Como funciona

O decantador lamelar sedimenta os flocos biológicos e retorna o lodo ao reator. O clorador de pastilhas desinfeta o efluente.

Como é dimensionado

Pela vazão de projeto e pelo padrão exigido para o destino.

Requisitos

  • Retorno de lodo ao RAFA
  • Reposição das pastilhas de cloro
  • Ponto de coleta para análise

Por que respeitar

Sem desinfecção, o efluente pode não atender ao padrão exigido para lançamento.

04

Disposição final

Como funciona

O efluente tratado infiltra no solo por sumidouro ou vala, ou é lançado em corpo d'água quando o licenciamento permite.

Como é dimensionado

Para infiltração, pela taxa do ensaio de infiltração. Para lançamento, pelos padrões do órgão ambiental.

Requisitos

  • Ensaio de infiltração no local
  • Nível do lençol freático
  • Outorga e licença para lançamento em corpo d'água

Por que respeitar

É a etapa que mais depende do terreno e da licença. Definida sem ensaio, satura ou não é aprovada.

Para quem

Quando a ETE mista é indicada

C

Casas grandes e condomínios pequenos

Contribuição de até 2.000 L/dia.

P

Pousadas e comércio

Locais que precisam de efluente com melhor qualidade.

L

Lançamento em corpo d'água

Quando o licenciamento permite o lançamento com efluente clorado.

S

Terreno plano ou sem caimento

Instalação sobre o solo, com elevatória.

Como atendemos

Da avaliação à estação funcionando

  1. Avaliação

    Usuários, tipo de ocupação, espaço, energia e destino do efluente.

  2. Ensaio e licenciamento

    Ensaio de infiltração ou requisitos para lançamento.

  3. Projeto

    Modelo da estação, instalação enterrada ou sobre o solo e disposição final.

  4. Instalação

    Equipamentos Fibratec, ligações hidráulicas e elétricas.

  5. Partida

    Testes, ajustes e orientação da operação e manutenção.

Por que a STEBio

Norma, projeto e obra na mesma equipe

N

Quem ajuda a revisar a norma

Nosso responsável técnico participa do comitê de revisão da ABNT NBR 17076:2024.

O

Projeto pensado para ser construído

Também executamos as obras. Níveis, declividades, acessos e manutenção entram no projeto desde o início.

E

Contrate só a etapa de que precisa

Ensaio, projeto, fornecimento ou solução completa, até a entrega com documentação e garantia.

20

Desde 2005

De residências a usinas hidrelétricas, em mais de 95 cidades de 12 estados.

Jean Reis, sócio-diretor da STEBio

Jean Reis, arquiteto e urbanista, sócio-diretor e responsável técnico da STEBio. Atua com saneamento desde 2004, participa do comitê de revisão da ABNT NBR 17076:2024 e acompanha pessoalmente o dimensionamento, o projeto e a execução das soluções.

Clientes

Quem já confiou na STEBio

Indústrias, construtoras, concessionárias, hotéis e residências: alguns dos mais de 683 clientes atendidos desde 2005. Ver todos os clientes.

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Dúvidas frequentes

Perguntas que sempre recebemos

Qual a capacidade da ETE mista?

Há modelos de 1.000 e 2.000 litros por dia. O projeto calcula a contribuição do imóvel e indica o modelo adequado.

Qual a vantagem de combinar anaeróbio e aeróbio?

O reator anaeróbio remove a maior parte da carga com pouca energia, e o filtro aerado completa o tratamento. O resultado é um efluente de melhor qualidade com consumo de energia baixo.

Pode ser instalada sobre o solo?

Sim. Em terrenos sem caimento ou com lençol freático alto, a estação fica sobre o solo, com elevatória.

Pode lançar em rio ou córrego?

Quando o licenciamento permite, sim. O efluente clorado e os padrões do órgão ambiental definem a viabilidade, e preparamos a documentação técnica.

Qual a manutenção?

Conferência do soprador, reposição das pastilhas de cloro, limpeza periódica e remoção do lodo excedente conforme a operação.

Próximo passo

Vamos ver se a ETE mista atende o seu imóvel?

Informe o número de usuários, o tipo de ocupação e o destino do efluente. Indicamos o modelo adequado.

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