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Gordura retida na caixa, não na sua tubulação

Dimensionamos, fornecemos e instalamos caixas de gordura especiais (CGE) para cozinhas comerciais e coletivas, protegendo a rede, o sistema de tratamento e a operação do seu negócio.

  • Dimensionamento pela NBR 8160
  • Diversos volumes, conforme a demanda
  • Instalação e ligações
  • Orientação de limpeza
Corte esquemático da caixa de gordura especial
CGE pré-fabricada: câmara de retenção, septo defletor e saída sem gordura.
+20anos (desde 2005)
+683clientes
+95cidades
+12estados

Veja funcionando

Como a caixa de gordura retém a gordura

Corte esquemático animado (exemplo de caixa pré-fabricada): a gordura esfria e flutua na câmara de retenção, o septo obriga o efluente a passar por baixo e a saída capta o líquido sem gordura.

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Sinais de alerta

Quando a gordura vira problema

!

Entupimento recorrente

Gordura endurecida nas tubulações da cozinha e nas caixas de inspeção.

!

Mau cheiro

Caixa subdimensionada, sem limpeza ou sem septo deixa a gordura fermentar.

!

Fossa ou ETE prejudicada

Óleos e graxas que passam da caixa comprometem o tratamento e a infiltração no solo.

!

Exigência de fiscalização

Concessionária, vigilância sanitária ou licença pedindo adequação da cozinha.

Como funciona

Três partes, uma função: separar a gordura

O esgoto da cozinha entra na câmara de retenção, onde a gordura esfria, flutua e fica presa na superfície. O septo defletor obriga o efluente a passar por baixo, longe da camada de gordura.

A saída capta o líquido abaixo da superfície e o conduz à rede ou ao sistema de tratamento. Os sólidos sedimentados e a gordura retida são removidos nas limpezas periódicas.

  • Câmara de retenção da gordura
  • Septo defletor
  • Saída por joelho 90° abaixo da superfície
  • Tubos de entrada e saída DN 100 mm
  • Tampa de inspeção Ø 600 mm para limpeza
  • Diversos volumes, pré-fabricados ou sob medida

Calculadora rápida

Qual o volume da caixa de gordura?

Pela NBR 8160, a caixa de gordura especial (CGE) tem volume de retenção V = 2N + C litros, em que N é o número de refeições servidas em 24 horas e C é a constante de retenção: 20 para preparo rápido (lanchonetes) e 40 para usos mais severos (restaurantes, hotéis e refeitórios). O volume útil mínimo é de 120 L.

Trabalhamos com diversos volumes, pré-fabricados ou sob medida, escolhidos a partir desse cálculo.

Estimativa inicial. O projeto confirma o volume, a posição e as exigências da concessionária. Versão completa em calcgordura.stebio.com.br.

–volume de retenção
–cálculo

Etapa por etapa

A caixa de gordura, etapa por etapa

Como a CGE retém a gordura e por que cada detalhe importa.

01

Entrada e tranquilização

Como funciona

O efluente da cozinha entra por um dispositivo que reduz a velocidade e evita turbulência.

Como é dimensionado

Diâmetro e posição definidos pela vazão da cozinha.

Requisitos

  • Somente águas de pias e cozinha
  • Entrada abaixo do nível de retenção

Por que respeitar

Turbulência mistura a gordura com a água e ela passa direto pela caixa.

02

Câmara de retenção

Como funciona

A água esfria e a gordura, mais leve, sobe e fica retida na superfície.

Como é dimensionado

O volume é calculado pelo número de refeições servidas por dia e pelo tipo de cozinha, como na calculadora desta página.

Requisitos

  • Volume compatível com a demanda
  • Tampa removível para retirada da gordura

Por que respeitar

Volume pequeno não dá tempo de separação e a gordura segue para a rede ou para o tratamento.

03

Septo e saída

Como funciona

Um septo obriga o efluente a passar por baixo da camada de gordura e a saída capta apenas o líquido.

Como é dimensionado

Posição definida para manter a camada de gordura sempre acima da saída.

Requisitos

  • Septo íntegro
  • Saída abaixo da camada de gordura

Por que respeitar

Sem septo, a gordura acumulada sai junto com o efluente.

04

Limpeza e destinação

Como funciona

Remoção periódica da gordura acumulada e destinação correta do resíduo.

Como é dimensionado

A frequência depende do volume de refeições e é ajustada pela observação da camada.

Requisitos

  • Rotina de limpeza
  • Destinação do resíduo por empresa habilitada

Por que respeitar

Gordura acumulada além do limite reduz o volume útil e anula a retenção.

Instalação e manutenção

Onde instalar e como manter a CGE

A caixa de gordura fica entre a cozinha e o restante do sistema, recebendo apenas as águas da pia e da cozinha. Esgoto de banheiros e águas de chuva não devem passar por ela.

A retenção só funciona se a gordura acumulada for removida com regularidade. A frequência depende do volume de refeições e do tipo de cozinha.

  • Próxima da cozinha, em local de fácil acesso
  • Tampa removível para inspeção e limpeza
  • Somente águas de pias e cozinha
  • Limpeza periódica da camada de gordura
  • Destinação correta do resíduo retirado

Erros comuns

O que faz a caixa de gordura falhar

!

Volume pequeno para a demanda

A gordura não tem tempo de separar e segue para a rede ou para o tratamento.

!

Limpeza esquecida

A camada de gordura cresce até sair junto com o efluente.

!

Água quente direto na caixa

Lava-louças e água muito quente dissolvem a gordura temporariamente e prejudicam a retenção.

!

Ligação errada

Esgoto de banheiro ou água de chuva na caixa sobrecarregam a retenção.

Do levantamento à entrega

Como atendemos

  1. Levantamento

    Tipo de cozinha, refeições por dia, pontos de pia e espaço disponível.

  2. Dimensionamento

    Volume útil pela NBR 8160 e posição da caixa no trajeto do esgoto.

  3. Fornecimento e instalação

    Escavação, assentamento, ligações de entrada e saída e tampa de inspeção.

  4. Entrega

    Testes e orientação da rotina de limpeza para a equipe da cozinha.

Para quem

Cozinhas que precisam de CGE

R

Restaurantes e lanchonetes

Cozinhas com fritura, chapa e grande volume de louça.

P

Padarias e confeitarias

Produção diária com gordura vegetal e manteiga.

E

Refeitórios de empresas

Cozinhas industriais e galpões com refeições no local.

H

Hotéis, escolas e hospitais

Cozinhas coletivas que a NBR 8160 enquadra como especiais.

Por que a STEBio

Norma, projeto e obra na mesma equipe

N

Quem ajuda a revisar a norma

Nosso responsável técnico participa do comitê de revisão da ABNT NBR 17076:2024.

O

Projeto pensado para ser construído

Também executamos as obras. Níveis, declividades, acessos e manutenção entram no projeto desde o início.

E

Contrate só a etapa de que precisa

Ensaio, projeto, fornecimento ou solução completa, até a entrega com documentação e garantia.

20

Desde 2005

De residências a usinas hidrelétricas, em mais de 95 cidades de 12 estados.

Jean Reis, sócio-diretor da STEBio

Jean Reis, arquiteto e urbanista, sócio-diretor e responsável técnico da STEBio. Atua com saneamento desde 2004, participa do comitê de revisão da ABNT NBR 17076:2024 e acompanha pessoalmente o dimensionamento, o projeto e a execução das soluções.

Clientes

Quem já confiou na STEBio

Indústrias, construtoras, concessionárias, hotéis e residências: alguns dos mais de 683 clientes atendidos desde 2005. Ver todos os clientes.

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Dúvidas frequentes

Perguntas que sempre recebemos

Qual a diferença entre caixa de gordura simples e especial?

A NBR 8160 prevê caixas pequenas, simples e duplas para cozinhas residenciais. Para cozinhas de restaurantes, escolas, hospitais, refeitórios ou a coleta de mais de 12 cozinhas, ela pede a caixa de gordura especial (CGE), com volume calculado pelo número de refeições servidas.

Como é calculado o volume da CGE?

Pela fórmula V = 2N + C, em que N é o número de refeições servidas em 24 horas e C é a constante de retenção: 20 para lanchonetes e preparo rápido, 40 para restaurantes, hotéis e refeitórios. O volume útil mínimo é de 120 L. Trabalhamos com diversos volumes e o projeto confirma o tamanho e a posição.

De quanto em quanto tempo é preciso limpar?

Depende do volume de refeições e do tipo de cozinha. Em restaurantes, a limpeza costuma ser frequente. Orientamos a rotina adequada na entrega e indicamos os sinais de que a caixa precisa de limpeza.

A caixa de gordura é obrigatória antes da fossa?

Sim. O efluente da cozinha deve passar pela caixa de gordura antes do tratamento. A gordura que chega ao tanque séptico e ao sumidouro reduz a eficiência e a vida útil do sistema.

Vocês adequam caixas de gordura existentes?

Sim. Avaliamos a caixa atual e, quando necessário, substituímos ou complementamos com uma CGE dimensionada para a demanda real.

Restaurante precisa de caixa de gordura especial?

Em geral sim. Cozinhas comerciais e industriais geram mais gordura do que uma caixa residencial consegue reter. O volume é calculado pelo número de refeições.

A concessionária pode exigir a CGE?

Sim. Muitas concessionárias exigem caixa de gordura dimensionada para liberar a ligação de estabelecimentos com cozinha.

Próximo passo

Vamos dimensionar a caixa de gordura da sua cozinha?

Informe o tipo de cozinha e quantas refeições são servidas em 24 horas. Indicamos o volume e a solução adequada.

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